domingo, 9 de setembro de 2007

GRANDES VITORIOSOS


1ª Liga - 3ª Jornada

Não houve grandes surpresas nesta 3ª jornada da liga. Os três crónicos candidatos ao título venceram os seus opositores, com o Sporting a ser aquele que mais dificuldades sentiu, apesar de jogar em sua casa. Um golo de Liedson já perto do final salvou os 'leões' do empate frente ao Belenenses. O FC Porto foi a Leiria derrotar a União local por margem folgada, à semelhança do Benfica que trouxe da Choupana três golos e pontos na bagagem. O Marítimo continua a surpreender e somou a sua terceira vitória consecutiva (2 - 0 diante da Académica), seguindo no topo da classificação, lado a lado com o FC Porto. O Braga também fez o que lhe competia e triunfou (2 - 1) em casa defronte do E.Amadora. De resto, Naval e Setúbal empataram a zero, P.Ferreira e Boavista empataram a um e, no jogo que tinha aberto as hostilidades, Leixões e Guimarães fizeram-no a duas bolas, num magnífico espectáculo de futebol. Embora estejamos ainda numa fase inicial, a tabela classificativa começa já a fazer uma selecção consoante a qualidade das equipas: os teoricamente mais fortes começam a chegar-se à frente e os mais fracos a ficarem para trás, a excepção será mesmo o Belenenses, de quem se esperava algo mais que o actual pontinho.


Jogos:

LEIXÕES - GUIMARÃES 2 - 2
1 - 0 Paulo Machado 5'
1 - 1 Fajardo 19'
2 - 1 Vieirinha 35'
2 - 2 Fajardo 77'
Foi o jogo de abertura da 3ª jornada e, porventura, o melhor. Fruto da recente rivalidade criada na Liga de Honra e dos problemas havidos entre adeptos no jogo de apresentação da equipa leixonense, este encontro encerrava alguma preocupação, mas tudo acabou por correr pelo melhor. No relvado o espectáculo foi fantástico, com um ritmo elevado, jogadas perigosas e ambas as formações à procura da vitória. Os vimaranenses deram muito boa conta de si, mesmo tendo jogado largos minutos em inferioridade numérica - por expulsão directa de Radanovic -, anulada mais tarde com o duplo-amarelo a Vieirinha. O Leixões foi ligeiramente superior mas o empate acaba por ser o resultado mais justo e o que melhor espelha o desempenho das duas equipas. As cerejas no topo do bolo foram os quatro grandes golos apontados por Paulo Machado, Fajardo (duas vezes) e Vieirinha, com especial destaque para este último, claramente o melhor da jornada. O médio Fajardo foi o melhor em campo e continua a realizar uma temporada de grande nível. A continuar assim dificilmente não estará num grande na próxima época.

BRAGA - E.AMADORA 2 - 1
0 - 1 N'Diaye 8'
1 - 1 Rodriguez 81'
2 - 1 Linz 87'
O Braga vai somando pontos preciosos mas, face às crescentes expectativas, continua sem convencer. Desta feita, sofreu muito para derrotar um E.Amadora muito bem organizado, sempre ameaçador no contra-ataque e muito forte nas bolas paradas. Foi num desses lances que N'Diaye abriu o activo, após livre do lado direito batido por Mateus. O Braga denotou sempre falta de soluções para furar a bem escalonada defensiva estrelista e contam-se pelos dedos as ocasiões em que chegou com perigo junto da baliza de Nélson. Só após a entrada do endiabrado Zé Manel, aos 68 minutos, é que a equipa de Jorge Costa começou a carburar e a colocar em verdadeiro sentido o seu adversário. Desta pressão nasceram os dois golos da vitória bracarense. O primeiro foi da autoria de Rodriguez, após um pontapé de canto. O golo da vitória foi apontado por Linz, na sequência de uma arrancada imparável de Zé Manel, pois claro. O árbitro anulou um golo ao E.Amadora, por fora-de-jogo de Moses, quanto a mim acertadamente, já que, apesar de não tocar no esférico, Moses atrapalha a visão de Dani Mallo, interferindo decisivamente na jogada. Uma vitória arrancada a ferros de um Braga que não deslumbra, mas obtém resultados e segue lá em cima, a par do Sporting.

P.FERREIRA - BOAVISTA 1 - 1
1 - 0 Cristiano 34'
1 - 1 Bangoura 83'
Jogo fraco em que os pacenses fizeram por merecer a vitória, mas um erro inacreditável do árbitro-assistente Serafim Nogueira, que não assinalou um fora-de-jogo de quilómetros a Bangoura, no golo do empate boavisteiro, acabou por definir a divisão de pontos. Na primeira parte, o P.Ferreira foi senhor do jogo, cabendo aos comandados de Jaime Pacheco apenas a tarefa de destruir futebol. Além do golo de Cristiano, realce para uma bola no poste enviada por Furtado. Após o descanso, o Boavista procurou equilibrar, mas sem nunca criar jogadas de verdadeiro perigo. Aliás, a turma de José Mota esteve sempre mais perto de fazer o segundo do que sofrer o empate. Quem não marca sofre, diz o senso comum e é bem verdade, ainda que desta vez o impulso tenha sido dado por um erro absolutamente escandaloso. Mesmo ao cair do pano, o miúdo Ivan teve nos pés o golo da vitória do Boavista que, a bem da justiça, acabou por não acontecer. Duas equipas com um futebol medíocre, que têm muito para melhorar.

NAVAL - SETÚBAL 0 - 0
Um nulo no marcador, num mau espectáculo, onde as equipas jogaram ora devagar, ora devagarinho, ora paradas. Na bancada, pouco mais de um milhar de espectadores. Em suma, um daqueles jogos que não deixam saudades, que contribuem para a fraca imagem da liga portuguesa além-fronteiras. No relvado, a Naval, a jogar em casa, deteve algum ascendente, mas foi ao Setúbal que coube as melhores oportunidades, através de contra golpes rápidos e objectivos. A melhor chance da partida, igualmente sadina, foi na sequência de um livre, em que Adalto fez embater a bola no poste, aparecendo Leandro a recargar por cima. Resultado justo, com ambas as equipas a merecerem terminar o jogo sem golos. Que dizer mais?

MARÍTIMO - ACADÉMICA 2 - 0
1 - 0 Makukula 3'
2 - 0 Bruno 70'
Boa casa nos Barreiros para apoiar um surpreendente Marítimo, que se mostrou forte de mais para uma Académica que parece querer seguir pelo mesmo caminho tumultuoso da época passada. Nem mesmo o facto de terem jogado desde os 7 (!) minutos em superioridade numérica valeu aos 'estudantes'. Manuel Machado terá muito que corrigir daqui em diante, a começar por ele próprio. O jogo começou praticamente com o golo de Makukula, que se isolou após um passe longo e bateu Pedro Roma, perante a passividade da defesa academista. Com o excesso dos festejos e uma entrada dura pouco depois, o goleador-mor maritimista acabou por receber ordem de expulsão, deixando a equipa de Lazaroni a jogar com dez homens. Contra aquilo que seria de esperar, a Académica não aproveitou esse facto, continuando a pertencer aos locais o melhor futebol e as melhores oportunidades de golo, toada mantida ao longo dos 90 minutos. De livre directo, Bruno ainda teve tempo para mostrar o seu talento neste tipo de lances e fixar o resultado num 2 - 0 merecido e incontestável, coroando uma exibição pessoal de alto gabarito. Fábio Felício também esteve em evidência, exibindo um pé esquerdo de largos recursos e sendo um dos principais motores de arranque do Marítimo.

SPORTING - BELENENSES 1 - 0
1 - 0 Liedson 80'

Grande jogo de futebol, com duas equipas à procura do triunfo, embora com natural proeminência do Sporting, vindo de uma derrota no Dragão e com necessidade imperativa de conquistar os três pontos. Os 'leões' tiveram mais oportunidades na primeira parte, mas o remate ao poste de Rubém Amorim - grande exibição do jovem português - foi mesmo o momento mais perigoso a que se assitiu. A segunda metade praticamente começou com o caso do jogo: Liedson surge isolado na cara de Costinha e este derruba-o, o árbitro assinala penalty e expulsa o guardião azul. Decisão inteiramente correcta, na minha opinião, tanto técnica como disciplinarmente; o árbitro fez o que se impunha numa jogada clara de golo travada em falta. Todavia, chamado a marcar o castigo máximo, João Moutinho, sem convicção, permitiu a defesa do recém-entrado Marco. Com um homem a mais, Paulo Bento arriscou e passou a jogar com apenas três defesas, mas o Sporting intranquilizou-se e os problemas para chegar à baliza belenense aumentaram. Só uma bela iniciativa de Vukcevic pela esquerda, que cruzou para Liedson facturar de cabeça, permitiu aos sportinguistas respirarem de alívio. Um jogo muito sofrido, que o '31' do costume resolveu e em que Vukcevic começou a justificar o investimento feito na sua contratação.

U.LEIRIA - FC PORTO 0 - 3
0 - 1 Tarik 37'
0 - 2 Lisandro 49'
0 - 3 João Paulo 65'
Deste jogo sobram várias bases de análise. O jogo não foi famoso, longe disso; o FC Porto limitou-se a jogar o quanto baste para conseguir golear um U.Leiria débil e sem capacidade para acompanhar as mudanças de ritmo esporádicas impostas pelos bi-campeões nacionais. Logo aos 3 minutos, Bruno Alves abriu o activo, mas o árbitro-assistente, de forma errada, assinalou um fora-de-jogo inexistente. Com efeito, coube a Tarik inaugurar o marcador, fruto de um belo trabalho na área leiriense. Já na segunda parte, Lisandro aumentou o 'score' num lance que deveria ter sido invalidado, já que o cruzamento de Bruno Alves para a cabeça do argentino partiu já fora da linha de fundo. Sem forçar mas a dominar por completo, o FC Porto chegou ao terceiro, por intermédio de João Paulo, que respondeu de cabeça a mais um cruzamento açucarado de Quaresma (já o havia feito no primeiro golo). Tudo normal em Leiria: assistência ridícula para o jogo em questão, triunfo do FC Porto sem precisar de se empregar a fundo e posteriores lamúrias dos habituais Velhos do Restelo porque os portistas foram beneficiados, como sempre, dizem eles! Nem sequer me vou dar ao trabalho de rebater estas considerações sobre a arbitragem, as pessoas inteligentes sabem que não houve qualquer influência no resultado, aliás só a supremacia azul e branca sobre os leirienses impediu que o FC Porto pudesse ter sido prejudicado nesta contenda.

NACIONAL - BENFICA 0 - 3
0 - 1 Cardozo 18'
0 - 2 Rui Costa 69'
0 - 3 Cardozo 77' gp
Excelente e volumosa vitória benfiquista num terreno tradicionalmente complicado, perante uma equipa que continua a desiludir na presente temporada. O Benfica foi dono e senhor da partida e o dedo de Camacho começa a fazer-se sentir paulatinamente, sobretudo nos aspectos anímicos e de atitude. O primeiro golo apontado por Cardozo nasceu de um erro clamoroso de Diego Benaglio. Já na etapa complementar, Rui Costa elevou a contagem, na sequência de uma espectacular iniciativa individual, culminada com um remate seco e rasteiro na direcção das redes. Mais tarde, Diego Benaglio derrubou o estreante Maxi Pereira na área e Cardozo aproveitou para bisar e fixar o resultado em 3 - 0. No Benfica, Cardozo começou finalmente a justificar o elevado investimento feito nos seus serviços e fez dois golos. Em destaque estiveram também Petit, Rui Costa e Di Maria (este vai dar que falar). Do lado nacionalista, foi a desilusão total, a começar pelo seu guardião, que com dois erros comprometedores, acabou por facilitar a vida aos encarnados. Apenas o brasileiro Fellype Gabriel se salvou do naufrágio colectivo, com alguns bons apontamentos de ordem técnica e organizativa. Sem deslumbrar, o Benfica venceu tranquilamente e promete melhorias para o futuro.


Equipa da jornada:

Marco (Belenenses): é um guarda-redes interessante e tive pena do azar que sofreu no jogo com o Real Madrid, dando um 'frango' monumental no último minuto e penalizando a sua equipa com a derrota. Chamado ao relvado para substituir o expulso Costinha, mostrou que não se deixou afectar, defendendo o penalty de João Moutinho e a recarga seguinte de Liedson. Em grande.

Abel (Sporting): atravessa um momento favorável de forma e isso notou-se na partida com o Belenenses. Susteve o jogo adversário pelo seu flanco e aventurou-se inúmeras vezes no ataque com clarividência. Tentou o golo, sem sucesso.

Polga (Sporting): mais um jogo de altíssimo nível, especialmente no período em que Paulo Bento apostou numa defesa a três. Sou um admirador confesso da classe deste central brasileiro, o mesmo parece não suceder com o seleccionador brasileiro Dunga, que recentemente convocou para o 'escrete' o sportinguista... Gladstone!

Ediglê (Marítimo): segunda nomeação para a equipa da jornada deste central brasileiro. Imperial e sereno na defesa, teve ainda engenho para isolar Makukula no primeiro golo maritimista, com um passe de longa distância. Estrangeiros desta qualidade são sempre bem-vindos ao futebol português.

Fábio Felício (Marítimo): à falta de um lateral-esquerdo de raíz em particular evidência, optei por adaptar este médio/extremo canhoto ao sector mais recuado. A quantidade de jogo que sai daquele pé esquerdo e a precisão dos seus cruzamentos são impressionantes.

Rúben Amorin (Belenenses): grande exibição do jovem português em Alvalade. Assume-se cada vez mais como o patrão do meio-campo belenense com o seu futebol adulto, personalizado e objectivo. Além de pautar o ritmo da sua equipa, teve tempo ainda para protagonizar o lance de maior perigo para Stojkovic, rematando de fora da área ao poste. Petit e Raúl Meireles também estiveram em excelente plano.

Fajardo (Guimarães): ou muito me engano, ou Fajardo não vai permanecer muito tempo na Cidade-Berço. Mais uma espectacular actuação do médio, coroada com dois golos frente ao Leixões, o segundo dos quais soberbo. É um típico '8', aquele médio que dá intensidade ao jogo, defendendo e atacando com igual eficácia. Um pequeno Maniche.

Rui Costa (Benfica): a sua genialidade continua intacta e o golo que marcou ao Nacional é a prova disso mesmo. Jogando mais recuado que o normal, procurou auxiliar Petit na luta do meio-campo e foi o estratega de todo o futebol ofensivo com a habitual excelência do seu pé direito, não sendo visíveis limitações físicas relevantes. É de saudar este ressurgimento do verdadeiro '10' lusitano, depois das lesões que insistentemente o apoquentaram em 2006-07.

Liedson (Sporting): desempenho ao seu estilo. Sempre muito incómodo para a defensiva contrária, correu quilómetros e exibiu a habitual qualidade na posse da bola. Sofreu a falta que originou a grande penalidade e marcou o golo que decidiu a contenda, num magnífico cabeceamento como vem nos livros, somando dois no campeonato em curso.

Cardozo (Benfica): o 'Tacuara' começou enfim a fazer aquilo para que foi contratado a peso de ouro. Não é jogador para progredir com a bola no pé, antes decidir em um/dois toques. Foi o que sucedeu na Choupana: marcou dois golos de pé esquerdo e falhou outro praticamente feito. Veremos se mantém a performance futuramente.

Di Maria (Benfica): o internacional sub-20 argentino parece mesmo ser jogador. Efectuou uma exibição de encher o olho na Madeira, estando muito activo no flanco esquerdo, onde patenteou velocidade, criatividade, visão de jogo e capacidade de drible. Pode vir a ser uma das grandes revelações da prova.


O facto:

A liderança do Marítimo ao fim de três jornadas, fruto de três vitórias e nove pontos conquistados merece ser amplamente aplaudida. Nem nos melhores sonhos os adeptos verde-rubros esperavam um desempenho tão auspicioso neste começo de temporada. O principal obreiro é forçosamente o treinador brasileiro Sebastião Lazaroni, que incutindo um modelo de jogo virado para o ataque, além das vitórias, tem levado o Marítimo a produzir do melhor futebol que se tem visto neste campeonato. Costuma dizer-se que quando chega um técnico novo, leva algum tempo até conhecer os jogadores e acentar ideias quanto a modelos, sistemas e opções. A verdade é que Lazaroni tem já ideias muito concretas sobre aquilo que pretende para a sua equipa. O 4-3-3 é o sistema incontestado e as opções revelam já uma definição assinalável de convicções, de tal forma que o onze inicial foi o mesmo nas três jornadas até agora disputadas, e mesmo os que saltaram do banco foram no mesmo sentido. Marcos tem sido o guarda-redes escolhido. Ricardo Esteves, Van der Linden, Ediglê e Evaldo formaram o quarteto defensivo. Na linha média, as opções recaíram em Bruno, Olberdam e Marcinho. Na frente de ataque, o trio constituído por Kanu, Makukula e Fábio Felício. As alternativas vindas do banco, resumiram-se a Márcio Mossoró, Luís Olim e Wénio. Com a liderança do velho Lazaroni, que, recorde-se, já foi seleccionador do Brasil, o comportamento dos jogadores tem sido notável. As minhas escolhas para a equipa da jornada mostram isso mesmo: o Marítimo é o líder nessa contabilização com sete presenças - Ediglê (2), Ricardo Esteves, Makukula, Olberdam, Kanu e Fábio Felício. Acresce o facto de Makukula ser, juntamente com o vimaranense Fajardo, o líder dos melhores goleadores da liga com 3 golos. Esta formação está pois de parabéns e, perante tão boa campanha, é impossível não nos lembrarmos do fantástico Marítimo de Paulo Autuori que encantou todos os portugueses em meados da década de 90. Que continue assim.


Assistências:

Leixões - Guimarães: 4.476
Braga - E.Amadora: 9.781
P.Ferreira - Boavista: 1.679
Naval - Setúbal: 1.077
Marítimo - Académica: 5.001
Sporting - Belenenses: 32.266
U.Leiria - FC Porto: 4.450
Nacional - Benfica: 4.711
Total: 63.441
Média: 7.930

16 comentários:

Filipe Soares disse...

Vem um pouco tarde, mas é mais uma boa crónica da jornada. :) Dos resultados pouco há a dizer, os mais fortes ganharam e o Marítimo continua na sua senda vitoriosa, como frisaste no facto da jornada. Ronda normal.

gerson sicca disse...

Bruno, o Lazaroni aqui nunca acertou com time nenhum. Liquidou todas as equipes por quais passou.
E o marítimo tem um pessoal q veio do Inter. Ediglê, Mossoró e acho que Marcelo Boeck está por aí tb.

Paulo Pereira disse...

Para começar uma reclamação: a fotografia bem k podia ser de um jogador do Porto:)
De resto, o savoir faire de sempre, com uma dica para mim importante: Rubem Amorim. Falta-me um médio barato pra Liga Record e tava precisamente indeciso entre ele e o companheiro de equipa, o Zé Pedro. Ganhou o Ruben. Agora, se o gajo me falha tás tramado:)
Qt ao resto, lá teremos um embate de líderes, à 4ª jornada, mas duvido k o Marítimo resista ao maior poderio azul e branco. Tb eu fiquei surpreendido positivamente com o Di Maria e com o central brazuca dos madeirenses. Bons jogadores são sempre vindos...

Abraço,

quintino disse...

Bruno, caro amigo, mais vale tarde que nunca. Como sempre, com rigor e "granus salis" q.b. Muitos parabéns pela capacidade de assumindo a sua simpatia clubística, mesmo assim conseguir manter a objectivdade.

Bruno Pinto disse...

Gerson, o Ediglê tem sido uma agradável surpresa, não sei se estava a mais ou não no Inter, mas o facto é que ele tem-se exibido em excelente plano, pelo menos para já. O Mossoró apenas tem sido suplente utilizado.

Paulo, o Rúben Amorim é mesmo um óptimo jogador, aposta nele à confiança... :)

Quintino, obrigado pelo simpático comentário.

Abraços.

Ricky_cord disse...

Boa análise. Só queria um comentário teu sobre a situação do atraso/corte do Silas para o Costinha. E não estou a dizer isto com ironia, só queria mesmo saber a tua opinião. Abraço.

lucho disse...

Os meus parabéns pela crítica à jornada. VÊ-SE QUE PERCEBES DA COISA. Abraço.

Bruno Pinto disse...

Ricky, a minha opinião sobre esse lance é que o árbitro decidiu bem. Não houve infracção de Costinha, pelo simples facto de Silas, claramente, não ter tido intenção de passar, foi um corte puro, apenas e só. Aliás, o Costinha teve que sprintar para a bola não sair para canto... É esta a grande diferença, na minha opinião, para o lance entre Polga e Stojkovic.

O que eu não percebo é os assobios veementes em Alvalade. Depois de terem andado a dizer durante dias e dias que no Dragão não houve falta, neste lance já acharam que houve falta!! É a tal clubite aguda...

Ricky_cord disse...

Ehehe. Fiquei esclarecido. Agora não percebo porque criticas os assobios e vens dizer que o árbitro decidiu bem se o Silas fez, isto digo eu, o mesmo que o Polga. Mas continuo a dizer que o Sporting perdeu no Dragão por estupidez do guarda-redes e não por culpa do árbitro.

Bruno Pinto disse...

Eu também fiquei esclarecido!!

Bruno Pinto disse...

Eu acho que não falo chinês...

Polga - intenção de passar - falta!

Silas - sem intenção - não há falta!

Adeptos do Sporting:

Contra o seu clube: não houve infracção.

A favor do seu clube: houve infracção.

Ora, a lei fala da intenção do jogador que passa, não do facto de o lance acontecer contra ou a favor de determinado clube!

Agora se achas que os lances foram iguais, é a tua opinião.

Ricky_cord disse...

Não estou para estar a ser insultado. Eu só sei ver para um lado, mas tu vês os dois lances como te convém. Mas se ficas satisfeito por teres apenas opiniões que concordem com as tuas teses tudo bem. Passa bem e acabaram-se os meus comentários neste espaço.

Bruno Pinto disse...

Agora sou eu que digo 'eheheh'! Ricky, não entres em demagogia ok? Não te insultei e aceito todas as opiniões, dou é a minha também! E quando dei a minha, deste um ar de riso e disseste não perceber o porquê e eu expliquei-te! Eu vejo os lances de acordo com aquilo que acho que é correcto, mas a ti parece que te faz alguma confusão.

Passa bem.

quintino disse...

Ó Bruno, então a Académica despacha o filósofo do Machado e vai buscar o Domingos? Haja Paciência... e eu que até simpatizo com os estudantes desde os tempos da Académica.

Bruno Pinto disse...

Quintino, eu até acho que o Manuel Machado já vai tarde, não acho que o trabalho dele na Académica estivesse a ser satisfatório, uma situação que já se arrastava desde a época passada. Quanto ao Domingos, ainda terá de mostrar o que vale como técnico. Apesar do bom trabalho em Leiria, tem muito que provar no futuro. Mas, assim à partida, parece-me que os 'estudantes' ficam a ganhar. A ver vamos.

Tiago Pinto disse...

é verdade, o maritimo tem surpreendido pela positiva. ainda por cima nos últimos anos tinha ficado uma péssima imagem deles. para além das 3 vitórias recuperou para o futebol - espera-se - jogadores como Makukula, Ricardo Esteves e Fábio Felicio a quem o estrangeiro não sorriu.

quando os grandes jogam fora as assistências são uma miséria...

www.footballdependent.blogspot.com